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21/05/2014 - Educação no Trânsito realiza blitz educativa com a Campanha Maio Amarelo

Foto: Enerson Cleiton

A blitz educativa realizada nesta terça-feira, dia 20, pelo Departamento de Educação no Trânsito da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes Especiais e Proteção de Bens e Serviços Públicos (SETTRANS), divulgou o movimento Maio Amarelo. A ação ocorreu na porta da escola Corina de Oliveira, que fica na Avenida da Saudade, das 10h30 até a saída dos alunos da escola. O movimento Maio Amarelo tem o intuito de estimular a população a promover atividades voltadas à conscientização, ao amplo debate das responsabilidades e a avaliação de riscos sobre o comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos diários no trânsito.

A blitz chamou a atenção dos motoristas e dos alunos para a importância de ter cuidado no trânsito. Durante a ação foram passadas dicas de atitudes seguras que todos devem tomar para evitar acidentes. “Abordamos muito a importância de respeitar a faixa de pedestres. Demos dicas aos alunos para que formem grupos para atravessar a rua, ao invés de passarem um por um em pequenos intervalos de tempo, atrasando constantemente a rua em horário de pico”, exemplifica o diretor do Departamento de Educação no Trânsito, Hélio Reis.

Foram distribuídos panfletos e informações voltadas à proposta do movimento Maio Amarelo de chamar a atenção para o alto índice de mortes e feridos no trânsito de todo o mundo. A campanha foi inspirada nos movimentos Outubro Rosa e Novembro Azul que abordam, respectivamente, a conscientização sobre o câncer de mama e próstata. A criação do movimento Maio Amarelo tem o intuito de tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar as cautelas e prudência hábeis a poupá-lo de ser uma vítima.

A blitz educativa contou com a parceria do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), da Guarda Municipal, do Tiro de Guerra, do 4º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais (BPM), do Conselho de Segurança Pública – CONSEP, da Associação de Aposentados e Pensionistas de Uberaba – ASAPEU, da Defesa Civil e do Pelotão de Trânsito do 4º BPM.

Dados da campanha Maio Amarelo – A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito". O documento foi elaborado com base em um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.

São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade, o segundo na faixa de 5 a 14 anos e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano, ou um percentual entre 1% e 3% do Produto Interno Bruto (PIB) de cada país.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a "Década de Ação para a Segurança no Trânsito" é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Juntas, essas dez nações são responsáveis por 62% das mortes por acidente no trânsito.

De acordo com o Relatório Global de Segurança no Trânsito 2013, publicado pela OMS recentemente, 88 países membros conseguiram reduzir o número de vítimas fatais. Por outro lado, esse número cresceu em 87 países.

A chave para a redução da mortalidade, segundo o relatório, é garantir que os estados-membros adotem leis que cubram os cinco principais fatores de risco: dirigir sob o efeito de álcool, excesso de velocidade, não uso do capacete, cinto de segurança e cadeirinhas. Apenas 28 países, que abrigam 7% da população mundial, possuem leis abrangentes nesses cinco fatores.

 

Jorn. Natália Melo

 
 
 

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