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AMVALE

20/08/2015 - Prefeitos do Triângulo Sul e Associações mineiras discutem a crise nos municípios

O prefeito Paulo Piau, presidente da FMP - Frente Mineira de Prefeitos e o presidente da Amvale - Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Rio Grande, Celson Pires, estiveram reunidos na manhã de hoje, 19, para discutir uma solução para a atual situação financeira dos municípios. Na ocasião do encontro, esteve presente representante da AMM - Associação Mineira de Municípios, de Associações Microrregionais, assim como, 12 prefeitos e representantes dos municípios de Itapagipe, Frutal, Governador Gomes, Ibiá, Veríssimo, Água Comprida, Delta, Sacramento, Santa Rosa da Serra, Planura, Pirajuba e Conceição das Alagoas, que representaram os 27 municípios que compõem o Triângulo Sul com o intuito de debaterem o atual momento enfrentado pelas prefeituras.
 
Foi decidido na reunião que no dia 24 de agosto, as prefeituras farão uma paralisação, e em Uberaba o atendimento ao público no Centro Administrativo estará fechado, sendo que serviços essenciais funcionarão normalmente. Também foi definido que no dia 28 de agosto, às 14h, Câmaras dos municípios do Triângulo Sul, e os prefeitos farão um fórum de mobilização para que através de ação conjunta, a população entenda e conscientize quanto à queda de arrecadação.
 
Para o prefeito Paulo Piau, o principal objetivo da paralisação é alertar ao governo do estado, ao governo federal, que essa distribuição de recurso precisa ser melhor trabalhada, sobretudo, das responsabilidades entre o município, estado e união. “Os municípios têm muitas obrigações, poucos recursos, e é claro que quem vai sair prejudicado é a comunidade porque os serviços de responsabilidade da Prefeitura sejam na saúde, na educação, na assistência social, na coleta de lixo é responsabilidade nossa, portanto temos que dar esse grito de alerta para que embora a crise econômica esteja diminuindo a produção brasileira, os recursos que existem, se forem bem distribuídos dá pra tocar a vida de todo mundo”, pontua Piau.
 
Ainda o chefe do executivo afirma que a paralisação do atendimento ao público em Uberaba, não é ponto facultativo, portanto, os servidores trabalharão normalmente e serão preservados os serviços essenciais como, escolas e unidades de saúde. “É nosso dever prover serviços e não prejudicar o cidadão e nem a comunidade, a paralisação é um alerta às autoridades e também para que nossos munícipes se conscientizem da crise, pois a prefeitura é a primeira a sofrer com a crise porque o corte vem de imediato”.
 
Celson Pires, presidente da Amvale esclarece que as prefeituras fazem um planejamento de suas ações e praticam as políticas públicas do governo, e o que acontece é que a conta não fecha, pois o que se recebe do governo não dá para custeio, muito menos para implementar políticas que são impostas. “É um momento difícil e nós temos que prestar conta à população. É nessa ótica que olhamos, se o governo não melhorar esses repasses, uma política que venha manter equilíbrio de contas, os municípios vão à falência. O mais importante que se diga, é que nós trabalhamos em cima de planejamento, você planeja receber um valor e recebe ele a menor, não fecha a conta”, afirma Pires.
 
Ana Paula Neves
Comunicação PMU 

 
 
 

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